COMO VIRAR A PÁGINA DA NOSSA HISTÓRIA‏



O mar é um mistério. Nem por isso o surfista se sente desencorajado para enfrentar as suas ondas numa relação de equilibrio e respeito. Quanto mais bravias, mais respeitadas. Entretanto, esses motivos incitam e excitam os patinadores das ondas a desafiá-las, mas, como antedito, com equilibrio e com respeito. De repente, com a convivência e a prática do enfrentamento, o que era perigo continua sendo perigo, mas, não uma incognita a ser desvendada, um X do problema a ser resolvido. 

E vem outros e outros desafios. E vem outros e outros perigos. Mas, o surfista enfrenta-os e os supera. Repetindo, com equilibrio e com respeito. O mar é sempre o mesmo mar, mas, nem todo dia se apresenta com a mesma brandura e terá sempre um mistério, a cada mistério desvendado e superado na patinação das suas ondas, ora pequenas, ora grandes, ora imensas. O Surfista é um modelo de persistencia nas mudanças de técnicas e táticas para sobreviver às ondas, com as quais convive.

Mirinho fala sobre como virar
a página de nossa história.
foto: divulgação

Ao contrário, na terra a política é uma sucessão de repetitividade, onde o que muda são os atores. O palco é o mesmo, os discursos e as promessas são as mesmas, porque conseguem manter na subtração de direitos e de oportunidades da população, uma miséria constante e crescente, variando de área para área, de município, para município. Na política, a população não tem desafios, porque não lhe são proporcionadas oportunidades. Na política não existe mar. Existe Cascatas e CACHOEIRAS.
Entre a repetitivdade da politica terraquea imperante e o mistério do mar, figurativamente este é o caminho, porque todos os dias há uma novidade a ser desafiada.
Essa é a ideia da matéria anexa que solicito divulgá-la, se assim achar conveniente e adequada à linha desse blog co-irmão.
Simbolizemos o SURFISTA como o agente de transformação que precisamos para impor mudanças na nossa política local.  Quer pela juventude; quer pela coragem; quer pela persistência; quer pelo conseguimento objetivado de superar os obstáculos; quer pela liberdade e respeito que tem ao mar.
A velha história de "se correr o bicho pega e se ficar o bicho come", todos serão comidos.
O novo é navegar nas ondas da juventude, para mudar o que embora passado, insiste em ser presente.
abraços,
Mirinho

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