Hoje é um dia muito especial para a nação brasileira que ama os esportes, sobretudo o Bodyboarding, esporte o qual se pratica deitado numa prancha e com pés-de-pato. São aproximadamente 35 títulos mundiais que o esporte coleciona para o Brasil.
Guilherme Tamega decolando na
publicidade da marca que mais o incentivou.
foto: divulgação
Dia 03 de setembro é o aniversário do Hexacampeão mundial, o carioca Guilherme Tamega, maior referência mundial no esporte juntamente com o havaiano Mike Stewart, outra lenda. São 39 anos muito bem vividos, casado, com dois filhos e um currículo (ver abaixo) digno de um fenômeno mundial.
O atleta é mais um exemplo da força e perseverança do povo brasileiro e mesmo não tendo o investimento devido, GT sempre representou com muito amor sua nação.
Logo muito novo, foi para o Havaí e impressionou com sua coragem, fruto de muito treino nas ondas do Posto 5 de Copacabana, Rio de Janeiro, onde é local.
Logo muito novo, foi para o Havaí e impressionou com sua coragem, fruto de muito treino nas ondas do Posto 5 de Copacabana, Rio de Janeiro, onde é local.
Falando em Posto 5, Tamega tem um projeto social com apoio do governo em que oferece aulas gratuitas de Bodyboarding para moradores da comunidade carente do Pavãozinho, e se houvesse mais apoio, a "fábrica" seria maior de bons atletas.
Logo vieram os títulos cariocas para GT, os nacionais e mundiais, sempre com performances inovadoras e extremas, baseada num linha ultra radical e veloz, sabendo girar nos 360 graus e atacar o lip com aéreos, backflips, ars, inverts e demais variações que existem no Bodyboarding.
Em 1994, Tamega tirou um 10 unânime na etapa de Pipeline, Havaí, desbancando os locais Mike Stewart e Kainoa Mcgee. O mito não estava satisfeito e começou a distribuir manobras incríveis a cada etapa do tour, normal aéreo memorável na Austrália, sessões nas Ilhas Canárias que rebatiam até a teoria da relatividade com um inverso aéreo em que ele ataca e volta na mesma direção.
Mas vem a pergunta: Cadê o investimento no Hexacampeão mundial? no ídolo de mais de 2 milhões de Brasileiros, que foi morar no Havaí por conta própria em busca da infra-estrutura necessária ao nível do seu rendimento? Está na hora das empresas e do governo reconhecer e investir em nosso país, em nossos ídolos.
A empresa Red Bull abraçou o Circuito mundial em 2011 e com a transmissão ao vivo, o mundo pôde conhecer o que se pode fazer em ondas Havaianas, Australianas, Chilenas e Mexicanas, onde o público delirou com os "malabarismos" de Guilherme Tamega e atletas da IBA, Associação Internacional de Bodyboarding.
Tâmega atualmente é o vice-líder do tour mundial. Que venha o HEPTA!
Tâmega atualmente é o vice-líder do tour mundial. Que venha o HEPTA!
Parabéns Guilherme Tamega, o maior mágico das ondas que já se viu no Brasil.
aloha!
Cronologia
1985 – Despontou no mundo do bodyboard em novembro, aos 13 anos, durante um evento na Praia de Itacoatiara, em Niterói. Foi para a sua primeira final em um campeonato.
1986 – Já era um destacado competidor e conseguiu importantes patrocinadores (bodyboarding foi o esporte de maior desenvolvimento no Brasil em 1986).
1987 – Ganhou a atenção da mídia especializada brasileira; especulações de que ele poderia ser um futuro campeão mundial.
1988 – Primeiro inverno no Havaí; campeão amador brasileiro.
1989 – Tornou-se um profissional e participou de sua primeira final internacional na Austrália. Primeira viagem a Bali e seus tubos. Venceu o torneio nacional brasileiro pela primeira vez.
1990 – Quebrou a sua perna enquanto praticava bicicross, deixando-o afastado do bodyboarding por cinco meses. Começou a comercializar a sua própria produção de pranchas de bodyboard.
1991 – Primeira participação nos famosos eventos de tubos, foi até a final. Bicampeão brasileiro profissional.
1992 – Terceiro lugar nos eventos de tubos. Tricampeão brasileiro.
1993 – Segundo lugar nos eventos de tubos. Assinatura do primeiro contrato internacional com a Wave Rebel. Tetracampeão nacional.
1994 – Campeão mundial de tubos, com ondas de 12 a 15 pés de altura. Pentacampeão nacional.
1995 – Venceu o primeiro evento do primeiro campeonato mundial (GOB - Global Organization of Bodyboarders) e foi buscar o título mundial.
1996 – Tricampeão mundial. Ele liderou o campeonato desde o início e foi também o campeão estado-unidense e o campeão do ISA Surfing.
1997 – Tetracampeão mundial. Campeão Pan-Americano. Vice-campeão nos eventos de tubos.
1998 – Segundo colocado no campeonato mundial. Perdeu por 72 pontos para um bodyboarder mais jovem, Andre Botha.
1999 – Novamente segundo colocado no campeonato mundial (o campeão foi mais uma vez Andre Botha).
2000 – Quinto lugar no campeonato mundial (sua pior colocação até então). Venceu novamente o ISA. Hexacampeão nacional. Seu amigo, Paulo Barcellos, venceu o título mundial.
2001 – Venceu os dois campeonatos (GQT e GST). Venceu o evento de tubos.
2002 - Hexacampeão mundial. Venceu o Human Shark Island Challenge pela primeira vez.
2003 - Perdeu o título mundial para Damian King. Venceu o Human Shark Island Challenge pela segunda vez.
2004 - Perdeu o título mundial novamente para Damian King na final do último evento. Venceu o Human Shark Island Challenge pela terceira vez consecutiva.
Cronologia
1985 – Despontou no mundo do bodyboard em novembro, aos 13 anos, durante um evento na Praia de Itacoatiara, em Niterói. Foi para a sua primeira final em um campeonato.
1986 – Já era um destacado competidor e conseguiu importantes patrocinadores (bodyboarding foi o esporte de maior desenvolvimento no Brasil em 1986).
1987 – Ganhou a atenção da mídia especializada brasileira; especulações de que ele poderia ser um futuro campeão mundial.
1988 – Primeiro inverno no Havaí; campeão amador brasileiro.
1989 – Tornou-se um profissional e participou de sua primeira final internacional na Austrália. Primeira viagem a Bali e seus tubos. Venceu o torneio nacional brasileiro pela primeira vez.
1990 – Quebrou a sua perna enquanto praticava bicicross, deixando-o afastado do bodyboarding por cinco meses. Começou a comercializar a sua própria produção de pranchas de bodyboard.
1991 – Primeira participação nos famosos eventos de tubos, foi até a final. Bicampeão brasileiro profissional.
1992 – Terceiro lugar nos eventos de tubos. Tricampeão brasileiro.
1993 – Segundo lugar nos eventos de tubos. Assinatura do primeiro contrato internacional com a Wave Rebel. Tetracampeão nacional.
1994 – Campeão mundial de tubos, com ondas de 12 a 15 pés de altura. Pentacampeão nacional.
1995 – Venceu o primeiro evento do primeiro campeonato mundial (GOB - Global Organization of Bodyboarders) e foi buscar o título mundial.
1996 – Tricampeão mundial. Ele liderou o campeonato desde o início e foi também o campeão estado-unidense e o campeão do ISA Surfing.
1997 – Tetracampeão mundial. Campeão Pan-Americano. Vice-campeão nos eventos de tubos.
1998 – Segundo colocado no campeonato mundial. Perdeu por 72 pontos para um bodyboarder mais jovem, Andre Botha.
1999 – Novamente segundo colocado no campeonato mundial (o campeão foi mais uma vez Andre Botha).
2000 – Quinto lugar no campeonato mundial (sua pior colocação até então). Venceu novamente o ISA. Hexacampeão nacional. Seu amigo, Paulo Barcellos, venceu o título mundial.
2001 – Venceu os dois campeonatos (GQT e GST). Venceu o evento de tubos.
2002 - Hexacampeão mundial. Venceu o Human Shark Island Challenge pela primeira vez.
2003 - Perdeu o título mundial para Damian King. Venceu o Human Shark Island Challenge pela segunda vez.
2004 - Perdeu o título mundial novamente para Damian King na final do último evento. Venceu o Human Shark Island Challenge pela terceira vez consecutiva.
por redação








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